Onde consigo viver?
Indique o rendimento, onde trabalha e quanto tempo aceita gastar na deslocação. Mostramos os concelhos onde a casa mais o transporte cabem no limite que escolher.
Como funciona
Para cada concelho dentro do tempo máximo de viagem, somamos a renda típica (mediana INE × área) e o custo mensal do transporte, e comparamos com a parte do rendimento que escolheu.
Como fazemos as contas
- Renda: mediana do valor por m² dos novos contratos de arrendamento do concelho (INE, indicador 0014771, 12 meses terminados no 2.º trimestre de 2026) multiplicada pela área. Nos 24 concelhos com mais de 100 000 habitantes usamos a mediana da tipologia (indicador 0014704).
- Prestação (se escolher comprar): valor mediano das vendas por m² (INE, indicador 0012246, 12 meses terminados no 2.º trimestre de 2026) × área, financiado a 90% durante 30 anos (valores por omissão, que pode alterar) à taxa média dos novos créditos à habitação (3,00%, agosto de 2026). A entrada e os impostos não entram na prestação.
- Área de referência por tipologia: limites de área bruta da habitação de custos controlados (Portaria n.º 65/2019): T0 57 m², T1 73 m², T2 95 m², T3 117 m². Pode mudar a área.
- Tempo de deslocação: distância em linha reta entre os centros geográficos dos concelhos (CAOP2025, Direção-Geral do Território) × 1,3, a 35 km/h em transportes públicos (+15 min de acesso e espera) ou 70 km/h de carro (+10 min). É uma estimativa aproximada: não usa horários reais.
- Transporte: Navegante (Lisboa) e Andante (Porto): passe municipal 30 €, metropolitano 40 €; fora das áreas metropolitanas, Passe Ferroviário Verde da CP (20 €), mais o passe municipal do destino quando trabalha em Lisboa ou no Porto. De carro: 0,40 €/km (valor oficial do subsídio de transporte em viatura própria na Administração Pública), ida e volta, 21 dias por mês, sem portagens.
A mediana do concelho esconde muita diferença entre bairros, e os tempos reais dependem de haver comboio, autocarro ou autoestrada. Use o resultado como ponto de partida para procurar, não como garantia.
Perguntas frequentes
Que parte do rendimento devo gastar com a casa?
Uma referência muito usada é não gastar mais de cerca de um terço do rendimento líquido com a habitação. Aqui pode escolher 30%, 33% ou 35% e incluímos também o transporte, que muitas vezes decide se uma casa mais barata compensa. É uma referência prática, não uma regra legal.
De onde vêm as rendas usadas?
Do Instituto Nacional de Estatística: valor mediano das rendas por m² dos novos contratos de arrendamento nos últimos 12 meses, por concelho (indicador 0014771, 2.º trimestre de 2026). Não usamos preços de anúncios.
Porque é que alguns concelhos aparecem como «sub-região»?
Quando há poucos contratos num concelho, o INE não publica o valor. Nesses casos usamos a mediana da sub-região (NUTS III) e assinalamos isso na tabela.
Os tempos de viagem são reais?
Não. São estimativas a partir da distância entre os centros dos concelhos e de velocidades médias que pode alterar. Confirme sempre o percurso real com os horários dos operadores.
Os meus dados ficam guardados?
Não. Os cálculos são feitos no seu navegador e não enviamos o seu rendimento nem as suas escolhas para nenhum servidor.
Outras ferramentas
Renda justa ou acima do mercado?
Compare a renda de um anúncio com a mediana oficial do INE para o concelho ou a freguesia.
Abrir ferramentaA que apoios tenho direito?
Questionário rápido sobre Porta 65 Jovem, Apoio Extraordinário à Renda, garantia pública para jovens, IMT Jovem e Arrendamento Acessível (RSAA).
Abrir ferramentaComprar ou arrendar?
Simulador com Euribor, IMT, Imposto do Selo, registos e comparação com arrendar e investir a diferença.
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